SUPERBACTÉRIAS: É O FIM DA ERA DOS ANTIBIÓTICOS?

de / sexta-feira, 10 junho 2016 / Publicado emArtigos, Mais Acessados

Falar sobre o risco das superbactérias nunca é demais. Por mais de uma vez, falamos aqui sobre o risco delas vencerem a guerra dos humanos contra as infecções, nos levando de volta à época em que não existiam os antibióticos e a morte era praticamente certa ao contrair pneumonia, tuberculose, diarréias ou uma simples dor de garganta. Com certeza, esse não é o desejo de ninguém, contudo, muitos não tomam nenhuma ação efetiva que combata a proximidade dessa realidade.

O alarme foi dado depois que uma paciente americana, ao contrair infecção urinária, apresentou um tipo de bactéria (a CRE – em português Enterobacteriaceae Carbapenem-Resistentes) que pertence à família de germes mais temida pelos médicos por conta de sua super resistência à maioria dos antibióticos, tratada apenas pela colistina -antibiótico que é o último recurso, sendo utilizado quando todos os outros medicamentos já foram esgotados. Esse tipo de superbactéria ataca, principalmente, pacientes internados sob tratamentos invasivos (catéters e respiradores), se aproveitando de um corpo já debilitado.

Mas o surgimento das superbactérias está ligado ao uso indiscriminado de antibióticos ao longo das décadas passadas. Médicos e pacientes, afoitos por uma cura rápida e obcecados pelo medo da morte prematura, utilizam antibióticos fortes para combater doenças leves, deixando seus corpos viciados. A pior consequência são pessoas cujos organismos precisam de cada vez mais doses do remédio para combater suas enfermidades, criando um círculo de fortalecimento das bactérias que os atingem, e criando as superbactérias.

Fazer o caminho de volta, ou seja, conscientizar médicos e pessoas de que o uso excessivo dos antibióticos deve ser evitado para diminuir o aparecimento das superbactérias, levará anos para surtir efeito de forma prática, pois sabemos que a natureza leva algum tempo para se reequilibrar. Uma forma mais rápida e efetiva de combatê-las é eliminá-las dos ambientes hospitalares através de produtos desinfectantes específicos, evitando o contágio dos pacientes internados na instituição e daqueles que os visitam e possam levar consigo o antígeno.

Produtos como os da linha Optigerm, destinado a locais como hospitais, clínicas médicas e dentárias.

 

 

 

Vemos aqui, duas linhas de combate importantes contra as superbactérias: diminuir o uso excessivo dos antibióticos e eliminá-las dos ambientes hospitalares utilizando produtos da linha Optigerm. Assim, venceremos a guerra contra as infecções!

 

 

FONTES:

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/eua-tem-primeiro-caso-de-bacteria-resistente-ao-ultimo-antibiotico-19383672

http://www.nytimes.com/2016/05/28/health/answers-antibiotic-resistance.html?_r=0

https://pt.wikipedia.org/wiki/Colistina

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